Em que hei de esta prisão fugir p’ra sempre,
Irei tão alto, ó mar, que lá não chegue
Teo sonoro rugido.
Então mais forte do que tu, minha alma,
Desconhecendo o temor, o espaço, o tempo,
Quebrará n’um relance o circl’o estreito
Do finito e dos céos!
Então, entre myriadas de estrellas,
Cantando hymnos d’amor nas harpas d’anjos,
Mais forte soará que as tuas vagas,