E razão de existencia,
Que fosse a luz dos homens—olho eterno
Da sua providencia.
Mandou que a chuva refrescasse os membros,
Refizesse o vigor
Da terra hiante, do animal cançado
Em praino abrasador.
Mandou que a brisa susurrasse amiga,
Roubando aroma á flôr;
Que os rochedos tivessem longa vida,