Porque assim de novo agora

Que o vento o não vem toldar,

Parece que vai queixoso

Mansamente a soluçar?

Porque as ramas do arvoredo,

Bem como as ondas do mar,

Sem correr sopro de vento,

Começão de murmurar?

Sobre o tapiz d’alta relva,

—Rocio da madrugada—