Um quê de triste que nos lembra a morte!
No romper d’alva ha tanto amor, tal vida,
Ha tantas côres, brilhantismo e pompa,
Que fascina, que attrahe, que a amar convida;
Não pode supportal-a homem que soffre,
Orfãos de coração não podem vel-a.
Só tu, feliz, só tu, a todos prendes!
A mente, o coração, sentidos, olhos,
A ledice e a dôr, o pranto e o riso,
Folgão de te avistar;—são teos,—es d’elles.