E ser, por te gozar, escravo delles.


CACHIAS.

Quanto es bella, ó Cachias!—no deserto,

Entre montanhas, derramada em valle

De flores perennaes,

Es qual tenue vapor que a brisa espalha

No frescor da manhã meiga soprando

Á flor de manso lago.

Tu es a flor que despontaste livre