Do vento ao sopro a esvoaçar sem custo;
Assim vou eu sem tino,—aqui pegadas
Mal firmes assentando—além pedaços
De mim mesmo deixando. Na floresta
O lasso viandante extraviado
Por todo o verde bosque estende os olhos,
E cançado esmorece,—cáe, medita,
Respira mais de espaço, cobra alento,
E nas solidões de novo eil-o se entranha.
Vestigios mal seguros sopra o vento,