Nem a terra adormecida,

Nem meigos sons, nem perfumes,

Nem a brisa mal sentida,

Nem quanto agrada e deleita,

Nem quanto embelleza a vida;

Nada é melhor que este pranto

Em silencio gotejado,

Meigo e doce, e pouco e pouco

Do coração despegado;

Não soro de fel, mas sancto