Embora malhos de tortura infame
Quebrem-me os ossos no medroso equuleo;
Agudos dentes de tenaz raivosa
Mordão-me as carnes:
Nas feias sombras da cruel masmorra,
Nos duros tratos da tortura bruta,
Quer só commigo, quer em meio ás gentes,
Direi: Eu te amo!
Mas nunca o gelo, nem a fragoa ardente,
Nem brutas feras, nem crueza humana