E a lisa face nos amostra os astros.

E onde o humilde pastor só vê luzeiros,

Os anjos la dos céos contemplão mundos.

E se eu a vejo nos saráos ruidosos,

C’roada de belleza,

E a sombra da tristeza irresistivel

Tingir-lhe o rosto, e desbotar-lhe o riso;

Na mulher, que outros vêm, descubro o anjo,

Que as azas d’oiro, que perdeo, lamenta!

Então como que sinto arrebatar-me,