Agora, qual sempre usava,
Divagava
Em seo pensar embebida;
Tinha no seio uma rosa
Melindrosa,
De verde musgo vestida.
Ia a virgem descuidosa,
Quando a rosa
Do seio no chão lhe cahe:
Vem um’onda bonançosa,
Agora, qual sempre usava,
Divagava
Em seo pensar embebida;
Tinha no seio uma rosa
Melindrosa,
De verde musgo vestida.
Ia a virgem descuidosa,
Quando a rosa
Do seio no chão lhe cahe:
Vem um’onda bonançosa,