Feri-me aos teos ardentes passadores,

Prendi-me aos teos grilhões, rojei por terra...

E o lucro?... forão lagrimas perdidas,

Foi roxa cicatriz qu’inda conservo,

Desbotada a illusão e a vida exhausta!

Celeste emanação, gratos effluvios

Das roseiras do céo; bater macio

Das azas auri-brancas d’algum anjo,

Que roça em noite amiga a nossa esphera,

Centelha e luz do sol que nunca morre;