Quando o céo de luz se arreia.
AS DUAS AMIGAS.
. . . . . . . Vivamos juntas
N’um só logar!
N’um só logar, ou sejão mansos ares,
Se alli te exaltas;
Ou sejão campos, se é alli que a relva
De pranto esmaltas.
V. HUGO. TRAD.
Quando o céo de luz se arreia.
. . . . . . . Vivamos juntas
N’um só logar!
N’um só logar, ou sejão mansos ares,
Se alli te exaltas;
Ou sejão campos, se é alli que a relva
De pranto esmaltas.
V. HUGO. TRAD.