Quanto ha no mundo d’illusões fagueiras,
De perfume e de amor, guardão no peito,
Quanto ha de luz no céo mostrão nos olhos,
Quanto ha de bello—n’alma.
Como um jardim seo coração se mostra,
Seos olhos como um lago transparente,
Sua alma como uma harpa harmoniosa,
Seu peito como um templo!
Mas um fraco arruido espanta as aves,
Uma brisa ligeira as nuvens rasga,