Deixai-me sonhar!
Cintura mimosa!—depois vos tecia
Grinalda que a fronte vos fosse adornar,
E um cinto de amores com bróche esmaltado
De meiga poesia!...
Quem tão bem fadado
Vivera a sonhar!
De meiga poesia, meo bem, minha amada,
Já pago de quanto me fazeis penar,
Então vos tangia descantes na lyra,