Ou corramos o oceano

Que d’immenso a vista cança;

Dormirei no teu regaço

Quando o tempo for bonança,

Quando o batel for jogando

Em leve ondular sem fim.

Mas nos roncos da procella,

Nossos olhos encontrados,

Nossos braços enlaçados,

Hei de cantar-te, inda assim!