Oh! cruel, que então foste commigo,

Que te hei feito que punes-me assim?

Teo navio que tantos levava,

Não podia levar mais a mim?

VIII.

Mas a mim!—que importava que eu fosse?

Não me ouvira a tormenta chorar,

E morrer me seria mais doce

Junto a ti,—que o meo triste penar!

IX.