Se eu fosse homem, tão bem desejára
Percorrer estes campos de prata,
E este mundo, na tua fragata,
Co’uma esteira cingir d’onda amara.
XXII.
Qu’ria ver a andorinha coitada
Nos meos mastros fugida poisar,
E achar no convez abrigada,
Quando o vento começa a reinar!
XXIII.