Nas azas do silencio desce a noite
Tão bem sobre o infeliz!
A filha d’Albion bem vinda seja
Ao solo brasileiro;
Bem vinda seja ás margens florescentes
Do Rio hospitaleiro!
Compridos annos e folgados viva
Neste ditoso clima,
E veja á par dos filhos seos queridos
Crescer do esposo a estima!