Prazenteiro o recebe!
Dorme, ó lutador, que assaz lutaste!
Dorme agora no gelido sudario;
Foi duro o afan, asperrima a contenda,
Será fundo o descanço.
Dorme, ó lutador, teo somno eterno;
Mas sobre a lousa do sepulchro humilde,
Como na vida foi, surja o teo busto
Austero e glorioso.