Dar o resto do sangue por ti!

VII.

Vivem homens de pel’ côr da noite

Neste solo, que a vida embelleza;

Podem, servos, debaixo do açoite,

Nenias tristes da patria cantar!

Mas o indio que a vida só preza

Por amor dos combates, e festas

Dos triunfos sangrentos, e sestas

Resguardadas do sol no palmar;