Ao banquete do grande em lauta mesa,
Onde gira o falerno em taças d’oiro,
Não é que ella preside.
Ella ama a solidão, ama o silencio,
Ama o prado florido, a selva umbrosa
E da rola o carpir.
Ella ama a viração da tarde amena,
O susurro das agoas, os accentos
De profundo sentir.
D’Anacreonte o genio prazenteiro,