Por céo negro e sem fim.
É triste a minha Musa, como é triste
O sincero verter d’amargo pranto
D’orfã singela;
É triste como o som que a brisa espalha,
Que cicia nas folhas do arvoredo
Por noite bella.
É triste como o som que o sino ao longe
Vai perder na extensão d’ameno prado
Da tarde no cahir,