Quem não vive mais brando em teo regaço!
FILINTO.
Eu amo a noite solitaria e muda,
Quando no vasto céo fitando os olhos,
Alem do escuro, que lhe tinge a face,
Alcanço deslumbrado
Milhões de sóes a divagar no espaço,
Como em salas de esplendido banquete
Mil tochas aromaticas ardendo
Entre nuvens d’incenso!