E na chave da abobada topando,

Como um docel, se expraia.

Eu amo a noite solitaria e muda;

Como formosa dona em regios paços,

Trajando ao mesmo tempo luto e galas

Magestosa e sentida;

Se no dó attentais, de que se enluta,

Certo sentis pezar de a ver tão triste;

Se o rosto lhe fitais, sentis deleite

De a ver tão bella e grave!