De côr azul brilhante o espaço immenso

Cobre-se inteiro; o sol vivo luzindo

Do bosque a verde coma esmalta e doira,

E na corrente dardejando á prumo

Scintilla e fulge em laminas doiradas.

Tudo é luz, tudo vida, e tudo cores!

Nos céos um ponto só negreja escuro!

Eis que das partes, onde o sol se esconde,

Brilha um clarão fugaz pallido e breve:

Outro vem apoz elle, inda outro, muitos;