Assim o negro ponto avulta e cresce,

E a cupola dos céos de côr medonha

Tinge, e os céos alastra, e o espaço occupa.

A abobada de trevas fabricada

Descança em capiteis de fogo ardente!

De quando em quando o vento na floresta

Silva, ruge, e morre; e o vento ao longe

Rouqueja, e brama, e cava-se empolado,

E aos pincaros da rocha ennegrecida

De iroso e mal soffrido a espuma arroja!