É tudo escuridão, silencio e trevas!

Somente o mar de soluçar não cessa,

Nem de rugir as ramas buliçosas,

Nem de soar confuso borborinho,

Incompr’ensivel, como que sem causa,

Immenso como o echo de mil vozes

No céo de extensa gruta repulsando.

Silencio! perto vem a tempestade!

Gravidas nuvens de fataes coriscos,

Sem rumo, como náo em mar desfeito,