Da divina bondade cheio o vaso

Já transborda de cholera e justiça

E o largo rio do perdão saudavel,

Que mais não corra, impece: Sanctas aguas

Por cuja causa os seculos já virão,

Sem justa punição, offensas graves;

Que o Senhor consentisse persistirem

Os máos no mal, á espera d’emmendal-os;

Que triumphasse a malvadeza; e o crime,

Vexando os bons, senhoreasse a terra.