E de partidos ais!

Oh! seja a punição dos insensiveis

Não te sentir jamais!

Propicia Deosa, e se não fosse a esperança,

Deosa melhor da vida; qu’insensato,

A quem mitigas turbidos pezares

Haverá tão ingrato

Que te não queime incenso em teos altares?

O presente o que é?—Breve momento

D’incommodo ou desgraça