Fibra por fibra enlaça-te com elle,

Desce com elle á sepultura; e quando

Jazer eu na eternidade,

Minha flôr, minha saudade,

Tu procura a aura celeste,

Rompe a terra, transforma-te em cypreste,

Qu’enlute o meo jazigo;

E ao meneio das ramas funerarias,

Meo derradeiro amigo,

Descance morto quem viveo comtigo.