Rever-me em teo rosto amigo,

Pensar em quanto hei perdido,

E este pranto dolorido

Deixar correr a teos pés.

V.

Mas que tens? Não me conheces?

De mim afastas teo rosto?

Pois tanto pôde o desgosto

Transformar o rosto meo?

Sei a afflicção quanto póde,