Quando do engano, quem erra,

Não póde vóltar atraz!

Amarga irrisão! reflecte:

Quando eu gozar-te pudera,

Martyr quiz ser, cuidei qu’era...

E um louco fui, nada mais!

XIII.

Louco, julguei adornar-me

Com palmas d’alta virtude!

Que tinha eu bronco e rude