Mimosa, pura e delicada flôr!

Jazendo em sitio escuso e solitario,

Esforços é mister p’ra conhecel-a,

Que diz a forte lei do seo fadario

Que a não descubra acaso o viajor.

«Alva do albor dos lirios odorosos,

Tem a modestia da violeta esquiva,

E o prompto retrahir da sensitiva,

Que parece vestir-se de pudor!

Assim, á luz da cambiante aurora,