Volupia embebe em magico frescor!

«Feliz aquelle que a encontrou na vida,

Que onde ella nasce timida e fagueira

Não s’ennovela a mó d’atra poeira,

Tangida pelo súmiu’ abrasador!

Alli sorri-se oasis venturoso,

Qu’entre deleites o viver matisa,

E ao que vai triste, afflicto e sem repouso

Chama a descanço do comprido error!

«Feliz e mais que se, perdido, achára