D’ambrozia e de mel lhe ungia os labios.
Ouvi-a! A sua voz era mais branda,
Mais impressiva que o cantar das aves!
A aragem qu’entre flores se deslisa
E mal remeche a timida folhagem,
A veia de chrystal que triste sôa,
O saudoso arrulhar de mansas pombas,
As proprias notas d’um cantar longinquo
Ou de instrumento a conversar co’a noite,
Menos que a sua voz impressionavão!