Clarão, que as luzes no morrer despedem:
Se outro nome lhe dão, se amor o chamão,
D’amor igual ninguem succumbe á perda.
Amor é vida; é ter constantemente
Alma, sentidos, coração—abertos
Ao grande, ao bello; é ser capaz d’extremos,
D’altas virtudes, té capaz de crimes!
Compr’hender o infinito, a immensidade,
E a natureza e Deos; gostar dos campos,
D’aves, flores, murmurios solitarios;