Quem em Deos tanto confia,
Sempre Deos por si terá.
El-rei tornava benino,
Como coisa natural:
«Temos Ceita, Arzilla ou Tangere,
«Conquistas de Portugal!»
E todos, a voz em grita,
Clamavão: real! real!
Bom tempo foy o d’outr’ora
Quando o reyno era christão;