Do teo rosto, qual marfim,
De carmim
Tinge um nada a côr mimosa;
É bello o pudor, mas chóro,
E deploro
Que assim sejas tão medrosa.
Por innocente tens medo
De tão cedo,
De tão cedo ter amor;
Mas sabe que a formosura
Do teo rosto, qual marfim,
De carmim
Tinge um nada a côr mimosa;
É bello o pudor, mas chóro,
E deploro
Que assim sejas tão medrosa.
Por innocente tens medo
De tão cedo,
De tão cedo ter amor;
Mas sabe que a formosura