Que troca o prazer celeste
Em penas d’eterna dôr!
Mas não foy jamais que Deos
Em tal feito consentisse,
Senão porque suas posses
O homem bem claro visse;
Que sem elle fôra o mundo
Maldade só e sandice.
Mas que mal ha hy na terra
Que não venha pera bem?