Mil vezes, no fim do dia,
Polos montes não buscava
A sua ovelha erradia;
Mas no bordão apoiado,
De si mesmo se esquecia.
Cant’eu vendido e prasmado
De todos e mais de mi,
Mil vezes fugi da cella,
Té das matinas fugi,
Mil vezes, durante a noite,
Mil vezes, no fim do dia,
Polos montes não buscava
A sua ovelha erradia;
Mas no bordão apoiado,
De si mesmo se esquecia.
Cant’eu vendido e prasmado
De todos e mais de mi,
Mil vezes fugi da cella,
Té das matinas fugi,
Mil vezes, durante a noite,