De ferro, e bem me não traz;

Trago cilicios mordentes,

Usando burel mordaz.

«Abro e vejo o livro sancto,

E vejo que não sei ler!

Aquelles sanctos dictames

Já n’os não sei compr’hender;

Enojo occupa minha alma,

Hei pavor de me perder!»

Donde pois me vinha a mi