Poder de sua amargura.


Aquella negra peçonha

Lavrando foy pouco e pouco;

Rohia coyta d’amores

Miôlo cavado e ôco,

Já era o mal dentro d’alma,

E eu delle rendido e louco.

Dizião meos bentos Padres:

«Que he feito de Frei Antão?