Negros olhos de panthera,
Luzindo em feia spelunca;
Olhos, que o gyro do sangue
Nas veias demora e trunca;
Olhos cheios de carniça
E della não fartos nunca.
A mi chegou-se, inquirindo,
“Que vieste aqui fazer?”
Fiquei deslogo tremendo,
Negros olhos de panthera,
Luzindo em feia spelunca;
Olhos, que o gyro do sangue
Nas veias demora e trunca;
Olhos cheios de carniça
E della não fartos nunca.
A mi chegou-se, inquirindo,
“Que vieste aqui fazer?”
Fiquei deslogo tremendo,