Que havemos de perdoar-lhes,

E em cima querer-lhes bem.

Mas andão tanto enfrascados

No seo maldicto alkorão,

Que era de ser o primeiro

A soffrer condemnação

N’aquelle sancto concilio,

Honra do nome christão.

Se d’algo me peza a mi,

Hé só polos não ver mais;