E d’outros que só por artes

Fruem da voga que têm,

Que não sei onde he seu preço,

Nem donde apreço lhe vem,

Senão por vias occultas,

Que as não descobre ninguem!

Mas deixemos estas coisas,

Que não são de boa avença!

O livro que eu reprovára

Por muito justa sentença