De ouvir-lhes hum não revel,
E que então a moça moira,
E mais o mouro donzel
Parassem no fundo inferno,
Provassem, como eu, seo fel.
Mas n’hum coração sincero
Que poder que o pranto tem,
Quando no peito o sentimos,
Quando de huns olhos nos vem,
Que fôra morrer por elles