Sobre quem vele—ninguem!
Curar da may infermada
Bem pode o homem segral;
Ha sempre casta donzella,
Que se dôa do seo mal:
O frade só, despojado
Vive do fôro humanal.
Viverão aquelles mouros
Depois desta occasião,
Sobre quem vele—ninguem!
Curar da may infermada
Bem pode o homem segral;
Ha sempre casta donzella,
Que se dôa do seo mal:
O frade só, despojado
Vive do fôro humanal.
Viverão aquelles mouros
Depois desta occasião,