Luta em vão contra a tormenta
E contra o vento inconstante;
Negras vagas se encapellão,
Negra morte tem diante.
Quando n’aquelle deserto
Languidos olhos estende,
Vê mar que ferve revolto
E chuva que do céo pende:
Como deixou seu alvergue,
O triste não comprehende!