Ás coizas que corpo tem;

Entre elles vai mór distancia,

Que vai da Grecia á Belem.

Morre o Grego, e não dá fruitos;

Morre Jezus por nos dar

A ley do céo pera a terra;

Ley que só pôde lavrar

O sangue do bom cordeiro

Dos falsos Deoses no altar.

Vivem algozes d’aquelle,