«Em bem, meo bravo guerreiro!

Mas esse trem, de que val?

Somos em terras d’Hespanha,

Ou somos em Portugal?»

—«Senhor, não uzo brocados

Vedes-me assi, e he razão,

Que havedes os meos haveres

Sem me deixardes, senão

Armas comidas no peito,

Armas gastadas na mão.